Arquivo de Policarpo de Esmirna - VCirculi https://vcirculi.com/category/volumina-pergaminhos/adjuncta-estao-ao-lado/policarpo-de-esmirna/ Corpus et Sanguis Christi Fri, 13 Mar 2026 19:46:31 +0000 pt-BR hourly 1 https://vcirculi.com/wp-content/uploads/2025/07/cropped-et5t-Copia-32x32.png Arquivo de Policarpo de Esmirna - VCirculi https://vcirculi.com/category/volumina-pergaminhos/adjuncta-estao-ao-lado/policarpo-de-esmirna/ 32 32 Martírio de Policarpo de Esmirna https://vcirculi.com/martirio-de-policarpo-de-esmirna/ Fri, 13 Mar 2026 19:46:31 +0000 https://vcirculi.com/?p=34814 O post Martírio de Policarpo de Esmirna apareceu primeiro em VCirculi.

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Secunda Carta de Policarpo de Esmirna aos Filipenses https://vcirculi.com/secunda-carta-de-policarpo-de-esmirna-aos-filipenses/ Fri, 13 Mar 2026 19:46:29 +0000 https://vcirculi.com/?p=34812 O post Secunda Carta de Policarpo de Esmirna aos Filipenses apareceu primeiro em VCirculi.

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Primeira Carta de Policarpo de Esmirna aos Filipenses https://vcirculi.com/primeira-carta-de-policarpo-de-esmirna-aos-filipenses/ Fri, 13 Mar 2026 19:46:25 +0000 https://vcirculi.com/?p=34810 O post Primeira Carta de Policarpo de Esmirna aos Filipenses apareceu primeiro em VCirculi.

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Martírio de Policarpo de Esmirna 2 https://vcirculi.com/martirio-de-policarpo-de-esmirna-2/ Fri, 13 Mar 2026 19:17:36 +0000 https://vcirculi.com/?p=34870 Aviso ao leitor Este livro – Martírio de Policarpo de Esmirna – é apresentado aqui como literatura patrística/hagiográfica (associada ao conjunto dos Pais Apostólicos) e como um dos testemunhos mais...

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[1] Nós vos desejamos boa saúde. Irmãos, andai segundo o Evangelho, na palavra de Jesus Cristo. Com ele, glória a Deus Pai e ao Espírito Santo, para a salvação dos santos eleitos. Foi assim que o bem-aventurado Policarpo testemunhou. Possamos nós caminhar em suas pegadas e sermos encontrados com ele no Reino de Deus.

[2] Gaio transcreveu essas coisas de Ireneu, discípulo de Policarpo; ele viveu com Ireneu. Eu, Sócrates, as copiei em Corinto, da cópia de Gaio. A graça esteja com todos.

[3] Por minha vez, eu, Piônio, copiei do exemplar acima, que procurei, depois que o bem-aventurado Policarpo o mostrou a mim em revelação, como contarei em seguida. Reuni os fragmentos quase destruídos pelo tempo. Que o Senhor Jesus Cristo me reúna também com seus eleitos no Reino do céu. A ele seja dada a glória com o Pai e o Espírito Santo, pelos séculos dos séculos. Amém.

[4] Gaio copiou essas coisas dos escritos de Ireneu; ele viveu com Ireneu, que foi discípulo de são Policarpo.

[5] Esse Ireneu, que esteve em Roma na época do martírio do bispo Policarpo, instruiu muita gente. Temos dele numerosos escritos muito belos e ortodoxos. Ele mencionou Policarpo, dizendo que tinha sido discípulo dele. Refutou vigorosamente todas as heresias e nos transmitiu a regra eclesiástica e católica, tal como havia recebido do santo.

[6] Ele diz também o seguinte: Marcião, do qual provêm aqueles que se chamam marcionitas, certo dia, indo ao encontro de são Policarpo, lhe diz: “Reconhece-nos, Policarpo!” Este respondeu a Marcião: “Eu reconheço, reconheço o primogênito de satanás.”

[7] Lê-se também o seguinte nos escritos de Ireneu: No dia e na hora em que Policarpo sofria o martírio em Esmirna, Ireneu, encontrando-se em Roma, ouviu uma voz parecida com trombeta que dizia: “Policarpo foi martirizado.”

[8] Como foi dito, é dos escritos de Ireneu que Gaio copiou essas coisas. Em Corinto, Isócrates transcreveu da cópia de Gaio. E eu, Piônio, copiei do exemplar de Isócrates, que procurei, depois de uma revelação de são Policarpo. Reuni os fragmentos quase destruídos pelo tempo. Que o Senhor Jesus Cristo me reúna também com seus eleitos na glória do céu. A ele seja dada a glória com o Pai e o Espírito Santo, pelos séculos dos séculos. Amém.

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Martírio de Policarpo de Esmirna 1 https://vcirculi.com/martirio-de-policarpo-de-esmirna-1/ Fri, 13 Mar 2026 19:12:57 +0000 https://vcirculi.com/?p=34863 Aviso ao leitor Este livro – Martírio de Policarpo de Esmirna – é apresentado aqui como literatura patrística/hagiográfica (associada ao conjunto dos Pais Apostólicos) e como um dos testemunhos mais...

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[1] A Igreja de Deus que vive como estrangeira em Esmirna, para a Igreja de Deus que vive como estrangeira em Filomélio e para todas as comunidades da santa Igreja católica que vivem como estrangeiras em todos os lugares. Que a misericórdia, a paz e o amor de Deus e de nosso Senhor Jesus Cristo sejam abundantes.

[2] Irmãos, nós vos escrevemos a respeito dos mártires e do bem-aventurado Policarpo, que fez a perseguição cessar, selando-a com o seu martírio. Quase todos os acontecimentos se realizaram para que o Senhor nos mostrasse novamente um martírio segundo o Evangelho.

[3] De fato, como o Senhor, ele esperou ser libertado, para que também nós nos tornássemos seus imitadores, não olhando só para nós, mas também para o próximo. É próprio do amor verdadeiro e firme querer salvar não só a si mesmo, mas também a todos os irmãos.

[4] Felizes e generosos todos os mártires que surgem segundo a vontade de Deus. De fato, é necessário que tenhamos fé, para atribuir a Deus o poder sobre todas as coisas.

[5] Quem não admiraria a generosidade deles, a perseverança e o amor ao Senhor? Dilacerados pelos flagelos a ponto de se ver a constituição do corpo até as veias e artérias, permaneciam firmes, enquanto os presentes choravam de compaixão. A sua coragem chegou a tal ponto que nenhum deles disse uma palavra ou emitiu um gemido. Eles mostravam a todos nós que os mártires de Cristo não estavam em seus corpos, mas que o Senhor, aí presente, conversava com eles.

[6] Atentos à graça de Cristo, eles desprezavam as torturas deste mundo e adquiriram, em uma hora, a vida eterna. O fogo dos torturadores desumanos era frio para eles. De fato, tinham diante dos olhos escapar do fogo eterno, que jamais se extingue; com os olhos do coração olhavam os bens reservados à perseverança, bens que o ouvido não ouviu, nem o olho viu, nem o coração do homem sonhou, mostrados pelo Senhor àqueles que não eram mais homens, mas que já eram anjos.

[7] Do mesmo modo, os que foram entregues às feras suportaram suplícios terríveis. Estendidos sobre conchas, eram submetidos a todo tipo de tormentos, para que fossem induzidos a renegar, se possível, por meio de suplício contínuo.

[8] O diabo maquinava muitas coisas contra eles; graças a Deus, porém, não prevaleceu contra nenhum deles. O generoso Germânico fortalecia a timidez deles através de sua perseverança. Ele foi admirável na luta contra as feras. O procônsul queria que ele cedesse e lhe dizia que tivesse piedade de sua própria juventude. Ele, porém, atiçando a fera, a chamava sobre si, desejando estar quanto antes livre desta vida injusta e iníqua.

[9] Então, a multidão toda, admirada diante da coragem da piedosa e crente geração dos cristãos, gritou: “Abaixo os ateus! Trazei Policarpo.”

[10] Um dentre eles, chamado Quinto, frígio recentemente vindo da Frígia, ficou apavorado à vista das feras. Era ele que havia forçado a si mesmo e a outros a comparecerem ao tribunal. O procônsul, através de muita insistência, conseguiu persuadi-lo a jurar e sacrificar. Por isso, irmãos, não louvamos aqueles que se apresentam espontaneamente, pois não é isso que o Evangelho ensina.

[11] Quanto a Policarpo, ele inicialmente não se perturbou ao ouvir isso, mas quis permanecer na cidade. A maioria, porém, o persuadiu a se afastar.

[12] Então ele se refugiou numa propriedade pequena, não longe da cidade, e passou o tempo com poucos companheiros. Noite e dia, ele não fazia senão rezar por todos e por todas as igrejas do mundo, como era seu costume.

[13] Rezando, ele teve uma visão, três dias antes de o prenderem: viu seu travesseiro queimado pelo fogo. Voltando-se para os seus companheiros, disse: “Devo ser queimado vivo!”

[14] Como persistiam em procurá-lo, transferiu-se para outra pequena propriedade, e logo chegaram os que o procuravam. Não o encontrando, prenderam dois pequenos escravos, e um deles, torturado, confessou.

[15] Era-lhe, de fato, impossível permanecer escondido, porque até mesmo os de sua casa o traíam. O chefe da polícia, que tinha recebido o nome de Herodes, tinha pressa em levá-lo para o estádio, a fim de que Policarpo realizasse o seu destino, entrando em comunhão com Cristo, enquanto aqueles que o tinham entregue recebessem o castigo do próprio Judas.

[16] Numa sexta-feira, pela hora da ceia, guardas e cavaleiros, armados como de costume, tomaram consigo o escravo e partiram, como se estivessem perseguindo um bandido.

[17] Chegando pela noite, encontraram-no deitado num pequeno quarto do piso superior. Ele podia ainda fugir daí para outro lugar, mas não quis, e disse: “Seja feita a vontade de Deus”.

[18] Ouvindo que tinham chegado, ele desceu e conversou com eles, que ficaram espantados com a sua idade veneranda, com a sua calma, e com tanta preocupação por capturar um homem tão velho. Ele imediatamente mandou que lhes dessem de comer e beber à vontade, e pediu que lhe concedessem uma hora para rezar tranquilamente.

[19] E lhe concederam. Então ele, de pé, começou a rezar, tão repleto da graça de Deus, que por duas horas ninguém pôde interrompê-lo. Os que o ouviam ficaram espantados, e muitos se arrependeram de ter vindo prender um velho tão santo.

[20] Quando por fim terminou de rezar, lembrou-se de todos aqueles que tinha conhecido, pequenos e grandes, ilustres ou obscuros, e de toda a Igreja católica espalhada por toda a terra.

[21] Chegando a hora de partir, fizeram-no montar sobre um jumento e o levaram para a cidade. Era o dia do grande sábado.

[22] Herodes, o chefe da polícia, e seu pai Nicetas foram até ele. Fizeram-no subir ao seu carro e, sentando-se ao seu lado, procuravam persuadi-lo, dizendo: “Que mal há em dizer que César é Senhor, oferecer sacrifícios e fazer tudo o mais para salvar-se?”

[23] De início, ele nada respondeu. Como insistissem, ele falou: “Não farei o que vós estais me aconselhando.”

[24] Não conseguindo persuadi-lo, lançaram-lhe todo tipo de injúrias, e o fizeram descer do carro tão apressadamente que ele se feriu na parte da frente da perna. Sem se voltar, como se nada houvesse acontecido, ele caminhou alegremente em direção ao estádio. Aí o tumulto era tão grande que ninguém conseguia escutar ninguém.

[25] Quando Policarpo entrou no estádio, veio do céu uma voz, dizendo: “Sê forte, Policarpo! Sê homem!”

[26] Ninguém viu quem tinha falado, mas alguns dos nossos que estavam presentes ouviram a voz.

[27] Finalmente o fizeram entrar e, quando souberam que Policarpo fora preso, levantou-se grande tumulto.

[28] Levado até o procônsul, este lhe perguntou se ele era Policarpo. Respondeu que sim.

[29] O procônsul procurava fazê-lo renegar, dizendo: “Pensa na tua idade”, e tudo o mais que se costuma dizer, como: “Jura pela fortuna de César! Muda teu modo de pensar e dize: ‘Abaixo os ateus!’ ”

[30] Policarpo, contudo, olhava severamente toda a multidão de pagãos cruéis no estádio, fez um gesto para ela com a mão, suspirou, elevou os olhos e disse: “Abaixo os ateus!”

[31] O chefe da polícia insistia: “Jura, e eu te liberto. Amaldiçoa o Cristo!”

[32] Policarpo respondeu: “Eu o sirvo há oitenta e seis anos, e ele não me fez nenhum mal. Como poderia blasfemar o meu rei que me salvou?”

[33] Ele continuava a insistir, dizendo: “Jura pela fortuna de César!”

[34] Policarpo respondeu: “Se tu pensas que vou jurar pela fortuna de César, como dizes, e finges ignorar quem sou eu, escuta claramente: eu sou cristão. Se queres aprender a doutrina do cristianismo, concede-me um dia e escuta.”

[35] O procônsul respondeu: “Convence o povo!”

[36] Policarpo replicou: “A ti eu considero digno de escutar a explicação. Com efeito, aprendemos a tratar as autoridades e os poderes estabelecidos por Deus com o respeito devido, contanto que isso não nos prejudique. Quanto a esses outros, eu não os considero dignos, para me defender diante deles.”

[37] O procônsul disse: “Eu tenho feras, e te entregarei a elas, se não mudares de ideia.”

[38] Ele disse: “Pode chamá-las. Para nós, é impossível mudar de ideia, a fim de passar do melhor para o pior; mas é bom mudar, para passar do mal à justiça.”

[39] O procônsul insistiu: “Já que desprezas as feras, eu te farei queimar no fogo, se não mudares de ideia.”

[40] Policarpo respondeu-lhe: “Tu me ameaças com um fogo que queima por um momento, e pouco depois se apaga, porque ignoras o fogo do julgamento futuro e do suplício eterno, reservado aos ímpios. Mas por que tardar? Vai, e faze o que queres.”

[41] Dizendo isso e tantas outras coisas, ele permanecia cheio de força e alegria, e seu rosto estava repleto de graça.

[42] Ele não só não se deixou abater pelas ameaças que lhe eram dirigidas, mas o próprio procônsul ficou estupefato e mandou seu arauto ao meio do estádio para anunciar três vezes: “Policarpo se declarou cristão!”

[43] A essas palavras do arauto, toda a multidão de pagãos e judeus moradores de Esmirna, com furor incontido, começou a gritar: “Eis o mestre da Ásia, o pai dos cristãos, o destruidor de nossos deuses! É ele que ensina muita gente a não sacrificar e a não adorar.”

[44] Dizendo isso, gritavam e pediam ao asiarca Filipe que lançasse um leão contra Policarpo. Este respondeu que não lhe era lícito, pois os combates de feras já haviam terminado.

[45] Então unânimes se puseram a gritar que Policarpo fosse queimado vivo. Devia cumprir-se a visão que lhe fora mostrada: enquanto rezava, ele tinha visto o travesseiro pegando fogo, e dissera profeticamente aos fiéis que estavam com ele: “Devo ser queimado vivo.”

[46] Então as coisas caminharam rapidamente, mais depressa do que dizê-las.

[47] Imediatamente a multidão começou a recolher lenha e feixes tirados das oficinas e termas. Sobretudo os judeus se deram a isso com mais zelo, segundo o costume deles.

[48] Quando a pira ficou pronta, o próprio Policarpo se despiu, desamarrou o cinto e ele mesmo tirou o calçado.

[49] Ele nunca fizera isso antes, porque sempre cada um dos fiéis se apressava a ser o primeiro a tocar-lhe o corpo; mesmo antes do martírio, ele já fora constantemente venerado pela sua santidade de vida.

[50] Imediatamente colocaram em torno dele o material preparado para a pira.

[51] Como queriam pregá-lo, ele disse: “Deixai-me assim. Aquele que me concede força para suportar o fogo, dar-me-á força para permanecer imóvel na fogueira, também sem a proteção de vossos pregos.”

[52] Então não o pregaram, mas o amarraram.

[53] Com as mãos amarradas atrás das costas, ele parecia um cordeiro escolhido de grande rebanho para o sacrifício, holocausto agradável preparado para Deus.

[54] Erguendo os olhos ao céu, disse: “Senhor, Deus todo-poderoso, Pai de teu Filho amado e bendito, Jesus Cristo, pelo qual recebemos o conhecimento do teu nome, Deus dos anjos, dos poderes, de toda criação e de toda a geração de justos que vivem na tua presença!”

[55] “Eu te bendigo por me teres julgado digno deste dia e desta hora, de tomar parte entre os mártires, e do cálice de teu Cristo, para a ressurreição da vida eterna da alma e do corpo, na incorruptibilidade do Espírito Santo.”

[56] “Com eles, possa eu hoje ser admitido à tua presença como sacrifício gordo e agradável, como tu preparaste e manifestaste de antemão, e como realizaste, ó Deus sem mentira e veraz.”

[57] “Por isso e por todas as outras coisas, eu te louvo, te bendigo e te glorifico, pelo eterno e celestial sacerdote Jesus Cristo, teu Filho amado, pelo qual seja dada glória a ti, com ele e o Espírito, agora e pelos séculos futuros. Amém.”

[58] Quando ele ergueu o seu Amém e terminou sua oração, os homens da pira acenderam o fogo.

[59] Grande chama brilhou e nós vimos o prodígio, nós a quem foi dado ver e que fomos preservados para anunciar esses acontecimentos a outros.

[60] O fogo fez uma espécie de abóbada, como vela de navio inflada pelo vento, e envolveu como parede o corpo do mártir.

[61] Ele estava no meio, não como carne que queima, mas como pão que assa, como ouro ou prata brilhando na fornalha.

[62] Sentimos então um perfume semelhante a baforada de incenso ou a outro aroma precioso.

[63] Por fim, vendo que o fogo não podia consumir o seu corpo, os ímpios ordenaram ao carrasco que fosse dar o golpe de misericórdia com o punhal.

[64] Feito isso, jorrou tanto sangue que apagou o fogo.

[65] Toda a multidão admirou-se de ver tão grande diferença entre os incrédulos e os eleitos.

[66] Entre estes, o admirável mártir Policarpo, que foi, em nossos dias, mestre apostólico e profético, o bispo da Igreja católica de Esmirna.

[67] Toda palavra que saiu de sua boca se cumpriu e se cumprirá.

[68] Contudo, o invejoso, o perverso e o mau, o adversário da geração dos justos, vendo a grandeza do seu testemunho e de sua vida irrepreensível desde o início, vendo-o ornado com a coroa da incorruptibilidade e conquistando uma recompensa incontestável, procurou impedir-nos de levar o corpo.

[69] Muitos de nós desejávamos fazer isso e possuir sua carne santa.

[70] Ele sugeriu a Nicetas, pai de Herodes e irmão de Alce, que procurasse o magistrado, a fim de que ele não nos entregasse o corpo.

[71] Ele disse: “Não aconteça que eles, abandonando o crucificado, passem a cultuar esse aí.”

[72] Dizia essas coisas por sugestão insistente dos judeus, que nos tinham vigiado quando queríamos retirar o corpo do fogo.

[73] Ignoravam eles que não poderíamos jamais abandonar Cristo, que sofreu pela salvação de todos aqueles que são salvos no mundo, como inocente em favor dos pecadores, nem prestarmos culto a outro.

[74] Nós o adoramos, porque é o Filho de Deus.

[75] Quanto aos mártires, nós os amamos justamente como discípulos e imitadores do Senhor, por causa da incomparável devoção que tinham para com seu rei e mestre.

[76] Pudéssemos nós também ser seus companheiros e condiscípulos.

[77] Vendo a rixa suscitada pelos judeus, o centurião colocou o corpo no meio e o fez queimar, como era costume.

[78] Desse modo, pudemos mais tarde recolher seus ossos, mais preciosos do que pedras preciosas e mais valiosos do que o ouro, para colocá-los em lugar conveniente.

[79] Quando possível, é aí que o Senhor nos permitirá reunir-nos, na alegria e contentamento, para celebrar o aniversário de seu martírio, em memória daqueles que combateram antes de nós, e para exercitar e preparar aqueles que deverão combater no futuro.

[80] Essa é a história do bem-aventurado Policarpo, que foi, juntamente com os irmãos de Filadélfia, o décimo segundo a sofrer o martírio em Esmirna.

[81] Contudo, apenas dele se guarda a lembrança mais do que dos outros, a ponto de até os próprios pagãos falarem dele por toda parte.

[82] Ele foi, não apenas mestre célebre, mas também mártir eminente, cujo martírio segundo o Evangelho de Cristo todos desejam imitar.

[83] Por sua perseverança, ele triunfou sobre o iníquo magistrado, e assim foi cingido com a coroa da incorruptibilidade.

[84] Juntamente com os apóstolos e todos os justos, na alegria, ele glorifica Deus, Pai todo-poderoso, e bendiz nosso Senhor Jesus Cristo, o salvador de nossas almas, guia de nossos corpos e pastor da Igreja católica no mundo inteiro.

[85] Havíeis pedido para ser informados com mais pormenores sobre esses acontecimentos.

[86] Por enquanto vos demos uma narração resumida por intermédio do nosso irmão Marcião.

[87] Quando tomardes conhecimento desta carta, transmiti-a aos irmãos que estão mais longe, para que também eles glorifiquem o Senhor, que fez sua escolha entre seus servidores.

[88] Àquele que, pela sua graça e pelo seu dom, nos pode introduzir no seu reino eterno, por seu Filho único Jesus Cristo, a ele a glória, a honra, o poder e a grandeza pelos séculos.

[89] Saudai todos os santos.

[90] Aqueles que estão conosco vos saúdam, e também Evaristo, que escreveu esta carta, com toda a sua família.

[91] O bem-aventurado Policarpo deu testemunho no início do mês de Xântico, no décimo segundo dia, o sétimo dia antes das calendas de março, dia do grande sábado, na oitava hora.

[92] Ele fora preso por Herodes, sob o pontificado de Filipe de Trália e do proconsulado de Estácio Quadrato, mas sob o reino eterno de nosso Senhor Jesus Cristo, a quem seja dada a glória, a honra, a grandeza e o trono eterno de geração em geração. Amém.

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Secunda Carta de Policarpo de Esmirna aos Filipenses 5 https://vcirculi.com/secunda-carta-de-policarpo-de-esmirna-aos-filipenses-5/ Fri, 13 Mar 2026 19:05:27 +0000 https://vcirculi.com/?p=34837 Aviso ao leitor Este livro – Secunda Carta de Policarpo de Esmirna aos Filipenses – é apresentado aqui como literatura patrística (associada aos Pais Apostólicos) e como testemunho histórico da...

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[1] Estou muito triste a respeito de Valente, que por algum tempo foi presbítero entre vós, por ele ter ignorado dessa maneira o cargo que lhe foi dado. Por isso, vos advirto para que vos abstenhais da avareza e sejais castos e verazes. Abstende-vos de todo mal.

[2] De fato, quem não pode governar a si mesmo nessas coisas, como pode exortar os outros? Se alguém não se abstiver da avareza, será contaminado pela idolatria, e será considerado como um dos pagãos que ignoram o julgamento do Senhor. Ou não sabemos que os santos julgarão o mundo, como ensina Paulo?

[3] Quanto a mim, não percebi, nem ouvi nada disso a vosso respeito. No vosso meio trabalhou o bem-aventurado Paulo, vós que estais no início de sua carta. De fato, ele se gloria de vós em todas as Igrejas que na época eram as únicas que conheciam a Deus; nós ainda não o conhecíamos.

[4] Portanto, irmãos, fico muito triste por causa dele e de sua esposa. Que o Senhor conceda a eles uma verdadeira penitência. Sede, portanto, moderados também vós a esse respeito e não os considereis como inimigos, mas chamai-os de volta como membros sofredores e desgarrados, para que salveis todo o vosso corpo. Agindo dessa maneira, estareis edificando a vós mesmos.

[5] Creio que sois bem versados nas Sagradas Letras e que não ignorais nada; o que, porém, não me foi concedido. Nessas Escrituras está dito: “Encolerizai-vos e não pequeis, e que o sol não se ponha sobre vossa cólera.” Feliz quem se lembrar disso. Acredito que é assim convosco.

[6] O Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, e este mesmo pontífice eterno, Jesus Cristo Filho de Deus, nos edifique na paciência e longanimidade, na tolerância e castidade. Que ele vos conceda herança e parte entre seus santos, e convosco também a nós e a todos aqueles que estão sob o céu e que acreditarão em nosso Senhor Jesus Cristo e no próprio Pai, que o ressuscitou dos mortos.

[7] Rezai por todos os santos. Rezai também pelos reis, autoridades e príncipes, pelos que vos perseguem e vos odeiam, pelos inimigos da cruz. Desse modo, o vosso fruto será manifesto em todos, e vós sereis perfeitos nele.

[8] Eu vos escrevo esta por meio de Crescente, que há pouco tempo vos recomendei e que recomendo agora. Ele se portou de modo irrepreensível entre nós, e creio que fará o mesmo entre vós.

[9] Eu vos recomendo também a sua irmã, quando ela for até vós. Permanecei incólumes no Senhor Jesus Cristo e na graça com todos os vossos. Amém.

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Secunda Carta de Policarpo de Esmirna aos Filipenses 4 https://vcirculi.com/secunda-carta-de-policarpo-de-esmirna-aos-filipenses-4/ Fri, 13 Mar 2026 19:04:13 +0000 https://vcirculi.com/?p=34835 Aviso ao leitor Este livro – Secunda Carta de Policarpo de Esmirna aos Filipenses – é apresentado aqui como literatura patrística (associada aos Pais Apostólicos) e como testemunho histórico da...

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[1] Imitemos, portanto, a perseverança dele. Se sofrermos por causa do seu nome, o glorificaremos.

[2] De fato, esse é o modelo que ele nos apresentou em si mesmo, e nós cremos nisso.

[3] Portanto, eu vos exorto a todos, para que obedeçais à palavra da justiça e sejais constantes em toda a perseverança, que vistes com os próprios olhos, não só nos bem-aventurados Inácio, Zózimo e Rufo, mas ainda em outros que são do vosso meio, no próprio Paulo e nos demais apóstolos.

[4] Estejam persuadidos de que nenhum desses correu em vão, mas na fé e na justiça, e que eles estão no lugar que lhes é devido junto ao Senhor, com o qual sofreram.

[5] Eles não amaram este mundo, mas aquele que morreu por nós e que Deus ressuscitou para nós.

[6] Permanecei, portanto, firmes nessas coisas e segui o exemplo do Senhor, firmes e imutáveis na fé, amantes da fraternidade, amando-vos mutuamente, unidos na verdade, competindo na mansidão do Senhor, não desprezando ninguém.

[7] Quando podeis fazer o bem, não o deixeis para depois, porque a esmola liberta da morte.

[8] Sede todos submissos uns aos outros, que a vossa conduta seja irrepreensível entre os pagãos, para que recebais louvor, pelas vossas boas obras, e o Senhor não seja blasfemado em vós.

[9] Ai, porém, daquele mediante o qual o nome do Senhor for blasfemado.

[10] Portanto, ensinai a todos a sobriedade, na qual também vós viveis.

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Secunda Carta de Policarpo de Esmirna aos Filipenses 3 https://vcirculi.com/secunda-carta-de-policarpo-de-esmirna-aos-filipenses-3/ Fri, 13 Mar 2026 19:03:47 +0000 https://vcirculi.com/?p=34833 Aviso ao leitor Este livro – Secunda Carta de Policarpo de Esmirna aos Filipenses – é apresentado aqui como literatura patrística (associada aos Pais Apostólicos) e como testemunho histórico da...

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[1] Quem não confessa que Jesus Cristo veio na carne é anticristo; aquele que não confessa o testemunho da cruz é do diabo; aquele que distorce as palavras do Senhor segundo seus próprios desejos e diz que não há ressurreição nem julgamento, esse é primogênito de satanás.

[2] Por isso, abandonando os discursos vazios de muitos e falsos ensinamentos, retornemos à palavra que nos foi transmitida desde o começo.

[3] Permaneçamos sóbrios nas orações e perseveremos nos jejuns.

[4] Supliquemos em nossas orações ao Deus que tudo vê, para não cairmos em tentação, pois assim diz o Senhor: “O espírito está pronto, mas a carne é fraca.”

[5] Portanto, sem cessar, estejamos agarrados à nossa esperança e ao penhor de nossa justiça, isto é, Cristo Jesus, que carregou nossos pecados em seu próprio corpo sobre o madeiro.

[6] Ele não cometeu pecado, e em cuja boca não foi encontrada nenhuma falsidade.

[7] Mas tudo suportou por nós, a fim de que vivêssemos nele.

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Secunda Carta de Policarpo de Esmirna aos Filipenses 2 https://vcirculi.com/secunda-carta-de-policarpo-de-esmirna-aos-filipenses-2/ Fri, 13 Mar 2026 19:03:10 +0000 https://vcirculi.com/?p=34831 Aviso ao leitor Este livro – Secunda Carta de Policarpo de Esmirna aos Filipenses – é apresentado aqui como literatura patrística (associada aos Pais Apostólicos) e como testemunho histórico da...

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[1] O princípio de todos os males é o amor ao dinheiro. Sabendo, portanto, que nada trouxemos ao mundo e que nada podemos levar dele, armemo-nos com as armas da justiça e ensinemos primeiro a nós mesmos a caminhar conforme o mandamento do Senhor.

[2] Em seguida, que as vossas esposas caminhem na fé que lhes foi dada, no amor e na pureza, tratando carinhosamente seus maridos com toda fidelidade, amando também os outros com toda a castidade, e educando os filhos no temor de Deus.

[3] Que as viúvas sejam sábias na fé do Senhor e intercedam sem cessar por todos. Fiquem afastadas de toda calúnia, maledicência, falso testemunho, amor ao dinheiro e qualquer mal. Saibam que elas são o altar de Deus, e que ele examina minuciosamente cada coisa, e nada lhe escapa de nossos pensamentos, sentimentos e segredos do coração.

[4] Portanto, sabendo que com Deus não se brinca, devemos andar de modo digno de seus mandamentos e de sua glória.

[5] De igual forma, que os diáconos sejam irrepreensíveis diante da justiça dele. São servidores de Deus e de Cristo, e não dos homens. Que não caluniem, nem sejam dúplices nem amantes do dinheiro. Sejam castos em todas as coisas, misericordiosos, zelosos, andando segundo a verdade do Senhor, que se tornou servidor de todos. Se o aguardarmos neste mundo, ele nos dará em troca o tempo futuro, pois ele nos prometeu ressuscitar-nos dentre os mortos, e, se a nossa conduta for digna dele, também reinaremos com ele, se tivermos fé.

[6] Do mesmo modo, que os jovens sejam irrepreensíveis em tudo, preservando antes de tudo a pureza, refreando todo mal que está dentro deles. De fato, é bom repelir os desejos neste mundo, porque todo desejo guerreia contra o espírito. Nem os fornicadores, nem os efeminados, nem os sodomitas terão parte no Reino de Deus, nem aqueles que praticam coisas estranhas. Por isso, é preciso que eles se abstenham de todas essas coisas, e estejam submissos aos presbíteros e aos diáconos, como a Deus e a Cristo.

[7] As virgens devem viver com consciência irrepreensível e pura.

[8] Os presbíteros também sejam compassivos, misericordiosos para com todos. Tragam de volta os desgarrados, visitem todos os doentes, não descuidem a viúva, o órfão e o pobre, mas sejam sempre solícitos no bem diante de Deus e dos homens. Abstenham-se de toda cólera, acepção de pessoas, julgamento injusto, mantenham-se distantes do amor ao dinheiro, não creiam com muita pressa em qualquer um; não sejam severos no julgamento, sabendo que todos nós somos devedores do pecado.

[9] Se pedimos ao Senhor que nos perdoe, também nós devemos perdoar, pois estamos sob o olhar do Senhor e Deus; todos devemos comparecer diante do tribunal de Cristo, e cada um prestará contas de si mesmo.

[10] Portanto, sirvamos a ele com temor e todo respeito, como ele mesmo nos ordenou, e também os apóstolos que nos anunciaram o Evangelho e os profetas que preanunciaram a vinda de nosso Senhor. Sejamos zelosos no bem, evitando os escândalos, os falsos irmãos e aqueles que, levando hipocritamente o nome do Senhor, enganam os homens vazios.

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Secunda Carta de Policarpo de Esmirna aos Filipenses 1 https://vcirculi.com/secunda-carta-de-policarpo-de-esmirna-aos-filipenses-1/ Fri, 13 Mar 2026 18:57:26 +0000 https://vcirculi.com/?p=34825 Aviso ao leitor Este livro – Secunda Carta de Policarpo de Esmirna aos Filipenses – é apresentado aqui como literatura patrística (associada aos Pais Apostólicos) e como testemunho histórico da...

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[1] Policarpo e os presbíteros que estão com ele, à Igreja de Deus que vive como estrangeira em Filipos. A misericórdia e a paz sejam dadas em plenitude pelo Deus Todo-poderoso e por Jesus Cristo nosso Salvador.

[2] Participei grandemente da vossa alegria, em nosso Senhor Jesus Cristo, quando recebestes os imitadores do verdadeiro amor. De fato, como vos era conveniente, acompanhastes os que estavam acorrentados com cadeias dignas dos santos, as quais são os diademas daqueles que verdadeiramente foram escolhidos por Deus e nosso Senhor.

[3] Alegro-me ainda que a raiz firme de vossa fé, que é anunciada desde os tempos antigos, permanece até agora e frutifica em nosso Senhor Jesus Cristo, que aceitou sair ao encontro da morte pelos nossos pecados, e que Deus ressuscitou, livrando-o das dores do Hades.

[4] Sem tê-lo visto, vós acreditais nele, com alegria indizível e gloriosa, que muitos querem conseguir. E vós sabeis que é pela graça que fostes salvos, não pelas obras, mas pela vontade de Deus, por meio de Jesus Cristo.

[5] Por isso, cingi vossos rins e servi a Deus no temor e na verdade, abandonando as palavras vãs e o erro de muitos, crendo naquele que ressuscitou nosso Senhor Jesus Cristo dos mortos e lhe deu a glória e o trono à sua direita. Tudo o que existe no céu ou na terra lhe está submisso; tudo o que respira o celebra, a ele que vem como juiz dos vivos e dos mortos, e de cujo sangue Deus pedirá contas àqueles que não confiam nele.

[6] Aquele que o ressuscitou dos mortos também nos ressuscitará, se fizermos a sua vontade, se caminharmos em seus mandamentos, e se amarmos o que ele amou, abstendo-nos de toda injustiça, ambição, amor ao dinheiro, maledicência, falso testemunho, não retribuindo o mal com o mal, injúria com injúria, golpe com golpe, maldição com maldição.

[7] Lembrando-nos do que o Senhor ensinou: “Não julgueis, para não serdes julgados; perdoai, e sereis perdoados; usai misericórdia, para receber misericórdia; a medida com que medirdes, servirá também para vós; felizes os pobres e aqueles que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino de Deus.”

[8] Irmãos, não é por mim mesmo que vos escrevo essas coisas sobre a justiça, mas porque vós mesmos o pedistes a mim.

[9] De fato, nem eu, nem qualquer outro como eu pode se aproximar da sabedoria do bem-aventurado e glorioso Paulo. Ele, estando entre vós, falando pessoalmente aos homens de então, ensinou com exatidão e força a palavra da verdade e depois de partir, vos escreveu cartas. Se as lerdes atentamente, podereis edificar-vos na fé que vos foi dada.

[10] Ela é a mãe de todos nós, seguida da esperança e precedida do amor a Deus, a Cristo e ao próximo. Aquele que adere a isso, já cumpriu o mandamento da justiça, pois aquele que tem o amor está longe de todo pecado.

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