[1] Portanto, peçamos que nos sejam perdoadas as faltas e ações inspiradas pelo adversário. Os que foram chefes da revolta e da divisão devem considerar o que nos é comum na esperança.
[2] Com efeito, os que procedem com temor e amor preferem sofrer eles próprios em lugar do seu próximo; preferem condenar a si próprios, antes que comprometer a concórdia transmitida na justiça.
[3] É melhor para o homem confessar suas faltas do que endurecer o coração, assim como se endureceu o coração dos que se revoltaram contra Moisés, o servidor de Deus. A condenação deles foi evidente.
[4] “Pois desceram vivos para o Hades”, e “a morte os apascentará.”
[5] O faraó, seu exército e todos os chefes do Egito, com os carros e aqueles que os montavam, afundaram no mar Vermelho e pereceram. Seus corações insensatos se endureceram, depois dos sinais e prodígios que Moisés, o servidor de Deus, tinha realizado no Egito.

