Aviso ao leitor
Este livro - Ester - é apresentado aqui como parte das escrituras canônicas do Antigo Testamento, reconhecido no cânon protestante, católico romano e ortodoxo, além de integrar a tradição bíblica judaica. Importante notar que existem diferenças de extensão conforme a tradição textual: a forma hebraica é a base comum do cânon judaico e protestante, enquanto na tradição da Septuaginta (recebida por católicos e ortodoxos) há adições gregas associadas ao livro.
[1] Morava então Mardoqueu na corte com Gabata e Tares, dois eunucos do rei, porteiros do palácio.
[2] Teve conhecimento de seus projetos e penetrou em seus desígnios; descobriu que eles se propunham a levantar a mão contra o rei Assuero e os denunciou.
[3] O rei fez o inquérito. Eles confessaram e foram conduzidos ao suplício.
[4] O rei mandou registrar esses acontecimentos na Crônica e Mardoqueu tomou também nota disso.
[5] O rei lhe assinou uma função no seu palácio e em prêmio de seus serviços lhe fez presentes.
[6] Mas Amã, filho de Amadates, o agagita, que gozava da consideração do rei, odiava Mardoqueu e seu povo por causa dos dois eunucos reais que tinham sido condenados à morte.

