Aviso ao leitor
Este livro - Josué - é apresentado aqui como parte das escrituras canônicas do Antigo Testamento, reconhecido no cânon protestante, católico romano e ortodoxo, além de integrar a tradição bíblica judaica. Por tratar de narrativas de conquista, posse de terra e conflitos antigos, é comum que existam notas sobre contexto histórico, linguagem narrativa, gêneros literários e debates interpretativos (inclusive questões éticas e culturais do mundo antigo).
[1] A parte dos filhos de José começava ao oriente do Jordão de Jericó — as águas de Jericó —, que é o deserto que sobe de Jericó para a montanha de Betel;[2] em seguida, partia de Betel em direção a Luza e passava em direção da fronteira dos arquitas em Atarot;[3] depois descia a oeste em direção à fronteira dos jeflatitas até à fronteira de Bet-Horon Inferior e até Gazer, de onde se dirigia para o mar.[4] Essa foi a herança dos filhos de José, Manassés e Efraim.[5] Quanto ao território dos filhos de Efraim segundo seus clãs, a fronteira de sua herança era Atarot-Arac até Bet-Horon Superior;[6] depois a fronteira se dirigia para o mar, passando por Macmetat ao norte, e a fronteira voltava ao oriente em direção a Tanat-Silo, que atravessava ao oriente em direção de Janoe;[7] descia de Janoe a Atarot e a Naarata, tocava Jericó e atingia o Jordão.[8] De Tafua, a fronteira ia em direção ao ocidente, à torrente de Caná, e se dirigia para o mar. Essa foi a herança da tribo dos filhos de Efraim, segundo suas famílias,[9] além das cidades reservadas aos filhos de Efraim no meio da herança dos filhos de Manassés, todas aquelas cidades com as suas aldeias.[10] Os cananeus que habitavam Gazer não foram expulsos e permaneceram no meio de Efraim até o dia de hoje, sujeitos a trabalhos forçados.

