[1] Mas eles levantam uma objeção a partir do próprio apóstolo, no fato de ele ter dito: “Porque Cristo não me enviou para batizar”;
[2] como se, por esse argumento, o batismo tivesse sido abolido!
[3] Pois, se assim fosse, por que então ele batizou Gaio, Crispo e a casa de Estéfanas?
[4] Contudo, ainda que Cristo não o tivesse enviado para batizar, havia dado aos outros apóstolos o preceito de batizar.
[5] Mas essas palavras foram escritas aos coríntios em razão das circunstâncias daquele tempo específico, visto que entre eles surgiam cismas e dissensões, enquanto um atribuía tudo a Paulo, e outro a Apolo.
[6] Por essa razão, o apóstolo pacificador, para que não parecesse reivindicar todos os dons para si mesmo, diz que fora enviado não para batizar, mas para pregar.
[7] Porque pregar vem primeiro, e batizar vem depois.
[8] Portanto, a pregação veio primeiro; mas penso que também era lícito batizar àquele a quem foi confiada a pregação.

