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[1] Desde então ele ordenou que me arrancassem as roupas para que fosse espancado.

[2] Mas a sua mulher estava de parte e a tudo assistia da sua janela, pois a sua casa era próxima dali; ela viu quando eu comecei a ser açoitado e enviou um mensageiro ao seu marido com o seguinte recado: Teu julgamento é injusto, pois castigas a um homem livre que foi sequestrado, e o punes como se fosse um transgressor.

[3] E como eu não lhe desse mais explicações (embora sob chibatadas), ele ordenou que fôssemos levados para a prisão até que os ismaelitas retornassem.

[4] Nisso a mulher lhe falou: Como podes manter aprisionado a essa tão nobre criança, que outra coisa não deve esperar senão que a ponhas em liberdade?

[5] Mas a verdade era que ela já me olhava com malícia e eu não desconfiava.

[6] E ele respondeu a sua mulher: Não é do costume dos egípcios o arrebatar aquilo que aos outros pertence antes que as provas incriminadoras sejam apresentadas.

[7] Ele dizia essas coisas em relação aos bens pessoais do mercador, pois quanto a mim estava bem certo de que podia manter na cadeia.

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