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[1] E eis que agora vos digo: não vos embriagueis com vinho, pois o vinho arrebata o entendimento, e corrompe a verdade, e inspira as paixões e a luxúria, e conduz os olhos ao erro.

[2] E o espírito da fornicação usa o vinho para administrar a concupiscência da mente.

[3] E ambos podem levar cativa a razão do homem.

[4] Porque indo o homem do vinho à embriaguez, ele perturba a mente com pensamentos impuros que conduzem à fornicação, e prepara o corpo para a união carnal.

[5] A mesma coisa ocorre ao homem ébrio; porque quem está embriagado não respeita aos outros.

[6] E foi isso que aconteceu comigo, pois não tive vergonha alguma perante aquela multidão que me presenciou a cortejar Tamar, embora eu estivesse tramando um pecado horrendo para cobrir de vergonha aos meus filhos.

[7] Porque depois daquele vinho eu transgredi os mandamentos de Deus, e tomei uma das mulheres dos cananeus por esposa.

[8] Meus filhos, quanta discrição deve ter o homem que se entrega ao vinho?

[9] A verdade é que uma pessoa só deve beber até ao ponto em que a sua dignidade não se comprometa.

[10] Mas se for além desse limite, o espírito do engano dominará a sua mente, pois a embriaguez o levará a pronunciar coisas torpes, e a praticar ações das quais se envergonhará – talvez até para resgatar um pouco da própria honra.

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