Aviso ao leitor
Este livro - Testamento dos Doze Patriarcas - é um escrito judaico do período do Segundo Templo, provavelmente composto entre os séculos II a.C. e II d.C., com possíveis interpolações cristãs posteriores. A obra apresenta discursos atribuídos aos filhos de Jacó e circulou amplamente na Antiguidade como literatura edificante e sapiencial. Não integra o cânon bíblico nas tradições protestante, católica romana ou ortodoxa, sendo classificado como literatura pseudepigráfica. Sua inclusão nesta biblioteca tem finalidade histórica, literária e comparativa, contribuindo para o entendimento do ambiente religioso e moral do judaísmo antigo e de sua influência sobre o cristianismo primitivo, sem implicar canonização ou equiparação de autoridade às escrituras reconhecidas pelas diferentes tradições cristãs.
[1] Gerson se casou, e a sua esposa lhe gerou dois filhos: Libini e Simei. Os nomes dos filhos de Coate eram: Anrão, Izar, Hebron e Uziel. Os filhos de Merari eram Malí e Musí.
[2] Quando eu estava com noventa e quatro anos, Anrão tomou a minha filha Joquebede como esposa, pois os dois haviam nascido no mesmo dia.
[3] Eu tinha oito anos de idade quando fui morar em Canaã, e aos dezoito me lancei sobre Siquem.
[4] Aos dezenove anos me tornei sacerdote, e aos vinte e oito me casei, e foi com a idade de quarenta anos que desci para morar no Egito.
[5] Observem então, meus filhos, que vocês são a minha terceira geração.
[6] José morreu quando eu tinha cento e dezoito anos.

