[1] Por que se espantar, se aqueles que tinham fé em Cristo estabeleceram, como obra de Deus, os ministros de quem acima falamos? O bem-aventurado Moisés, fiel servidor em toda a casa, também consignou nos livros sagrados tudo o que lhe foi ordenado. Os outros profetas o acompanharam, dando testemunho das normas estabelecidas por ele.
[2] Quando apareceu um conflito a respeito do sacerdócio, e as tribos disputavam sobre qual delas seria ornada com o nome glorioso, Moisés ordenou que cada um dos doze chefes das tribos lhe trouxesse uma vara com o nome de sua tribo nela inscrito. Depois as tomou, amarrou, selou-as com os anéis dos chefes de tribo, e as colocou na tenda do testemunho, sobre a mesa de Deus.
[3] Após fechar a tenda, selou as chaves, da mesma forma que fizera com as varas.
[4] Disse então a eles: “Irmãos, a tribo cuja vara brotar é a que Deus escolheu para exercer o sacerdócio e oficiar diante dele.”
[5] De manhã convocou todo o Israel, cerca de seiscentos mil homens, mostrou os selos aos chefes das tribos, abriu a tenda do testemunho e tirou daí as varas. Verificou-se então que a vara de Aarão não só tinha brotado, mas também dera fruto.
[6] Que achais disso, caríssimos? Será que Moisés não previa que isso iria acontecer? Claro que sim. Ele assim procedeu para que não houvesse em Israel desordem e para que fosse glorificado o nome do Deus único e verdadeiro. A ele, a glória pelos séculos dos séculos. Amém.

