[1] Quanto à escrupulosidade deles acerca dos alimentos, à superstição em relação aos sábados, à vanglória sobre a circuncisão, e às fantasias sobre jejuns e luas novas, coisas totalmente ridículas e indignas de atenção, não penso que precises aprender algo de mim.
[2] Pois aceitar algumas das coisas que foram formadas por Deus para o uso dos homens como corretamente formadas, e rejeitar outras como inúteis e redundantes, como pode isso ser lícito?
[3] E falar falsamente de Deus, como se Ele nos proibisse de fazer o bem nos dias de sábado, como isso não seria ímpio?
[4] E gloriar-se na circuncisão da carne como prova de eleição, e como se, por causa dela, fossem especialmente amados por Deus, como isso não seria motivo de riso?
[5] E quanto à observação de meses e dias, como em Gálatas 4:10, como se estivessem atentos às estrelas e à lua, e quanto ao fato de distribuírem, segundo suas próprias inclinações, as determinações de Deus e as mudanças das estações, umas para festividades e outras para luto, quem consideraria isso parte do culto divino, e não muito mais uma manifestação de insensatez?
[6] Suponho, então, que estás suficientemente convencido de que os cristãos se abstêm corretamente da vaidade e do erro comuns tanto a judeus quanto a gentios, bem como do espírito intrometido e da vã ostentação dos judeus.
[7] Mas não deves esperar aprender de nenhum mortal o mistério do modo peculiar pelo qual eles adoram a Deus.

