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[1] Mas que razão há em ir à oração com as mãos, de fato, lavadas, mas com o espírito impuro? Pois também para as próprias mãos são necessárias purificações espirituais, a fim de que sejam erguidas puras, como em 1 Timóteo 2:8, livres de falsidade, de homicídio, de crueldade, de envenenamentos, de idolatria e de todas as demais manchas que, concebidas pelo espírito, são executadas pela ação das mãos.

[2] Essas são as verdadeiras purificações; não aquelas de que muitos, por superstição, tanto cuidam, tomando água a cada oração, mesmo quando vêm de um banho do corpo inteiro.

[3] Quando eu, com escrúpulo, fazia uma investigação minuciosa dessa prática e buscava a razão dela, constatei que se tratava de um ato comemorativo, relacionado à entrega de nosso Senhor.

[4] Nós, porém, oramos ao Senhor; não o entregamos.

[5] Antes, devemos até mesmo nos colocar em oposição ao exemplo daquele que o entregou e, por essa razão, não lavar as mãos.

[6] A menos que alguma impureza contraída no convívio humano seja, por questão de consciência, motivo para lavá-las, de outro modo elas já estão suficientemente limpas, pois, juntamente com todo o nosso corpo, já fomos uma vez lavados em Cristo.

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