[1] Em resumos de tão poucas palavras, quantas declarações dos profetas, dos Evangelhos e dos apóstolos — quantos discursos, exemplos e parábolas do Senhor — são aqui tocados!
[2] Quantos deveres são, ao mesmo tempo, cumpridos!
[3] A honra de Deus no Pai;
[4] o testemunho da fé no Nome;
[5] a oferta de obediência na Vontade;
[6] a recordação da esperança no Reino;
[7] a petição pela vida no Pão;
[8] o pleno reconhecimento das dívidas na oração por seu Perdão;
[9] o temor ansioso da tentação no pedido de Proteção.
[10] Que maravilha há nisso?
[11] Somente Deus podia ensinar de que modo desejava ser orado.
[12] Portanto, o rito religioso da oração, ordenado por Ele mesmo e animado, já no momento em que saía de Sua boca divina, pelo Seu próprio Espírito, sobe, por prerrogativa própria, ao céu, recomendando ao Pai aquilo que o Filho ensinou.

