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[1] [ . . . ] eles conheciam os segredos de [ . . . ][2] [ . . . pe]cado era grande na terra [ . . . ][3] [ . . . ] e mataram muit[os ho]mens [ . . . ][4] [ . . . geraram] gigantes [ . . . ][5] [ . . . tudo o que a] terra produzia [ . . . ][6] [ . . . ] os grandes peixes [ . . . ][7] [ . . . ] o céu com tudo o que crescia [ . . . ][8] [ . . . fruto da] terra e toda espécie de grão e tod[as] as árvores [ . . . ][9] [ . . . ] animais e répteis . . . [to]das as coisas rastejantes da terra, e observaram tudo [ . . . ][10] [ . . . to]do ato cruel e [ . . . ] palavra [ . . . ][11] [ . . . ] macho e fêmea, e entre os humanos [ . . . ][12] [ . . . duzentos][13] jumentos, duzentas jumentas, duzentos . . . carneiros do][14] rebanho, duzentas cabras, duzentos [ . . . animais do][15] campo, de todo animal, de toda [ave . . . ][16] [ . . . ] para miscigenação [ . . . ][17] [ . . . ] eles contaminaram [ . . . ][18] [ . . . geraram] gigantes e monstros [ . . . ][19] [ . . . ] geraram, e eis que toda [a terra foi corrompida . . . ][20] [ . . . ] com o seu sangue e pela mão de [ . . . ][21] [do gigante] o que não lhes bastava, e [ . . . ][22] [ . . . ] e procuravam devorar muitos [ . . . ][23] [ . . . ][24] [ . . . ] os monstros a atacaram.

[25] [ . . . ] carne [ . . . ][26] tod[os . . . ] monstros [ . . . ] serão [ . . . ][27] [ . . . ] eles se levantariam [ . . . ] faltando-lhes verdadeiro conhecimento [ . . . ] porque [ . . . ][28] [ . . . ] a terra [se corrompeu . . . ] poderosos [ . . . ][29] [ . . . ] estavam considerando [ . . . ][30] [ . . . ] dos anjos sobre [ . . . ][31] [ . . . ] no fim isso perecerá e morrerá [ . . . ][32] [ . . . ] causaram grande corrupção na [terra . . . ] [ . . . isso não][33] bastou para [ . . . ] “eles serão [ . . . ][34] [ . . . ] molharam a tabuinha na á[gua . . . ][35] [ . . . ] as águas subiram sobre a [tabuinha . . . ][36] [ . . . ] retiraram a tabuinha da água de [ . . . ][37] [ . . . esta visão] é para maldição e tristeza. Eu sou aquele que confessou

[38] [ . . . ] todo o grupo dos rejeitados, que eu irei para [ . . . ][39] [ . . . os espíritos dos mor]tos clamando contra os seus assassinos e gritando

[40] [ . . . ] que morreremos juntos e seremos destruídos [ . . . ][41] [ . . . ] muito, e eu estarei dormindo, e pão

[42] [ . . . ] para a minha habitação; a visão e também [ . . . ][43] entrou na assembleia dos gigantes

[44] [ . . . ][45] [ . . . ] Ohya, e ele disse a Mahway [ . . . ][46] [ . . . ] sem tremer. Quem te mostrou toda esta visão, [meu] irmão?

[47] [ . . . ] Barakel, meu pai, estava comigo.

[48] [ . . . ] Antes que Mahway tivesse terminado de contar o que [havia visto . . . ][49] [ . . . disse] a ele: Agora ouvi maravilhas! Se uma mulher estéril dá à luz [ . . . ][50] [En]tão Ohya disse a Ha[hya . . . ][51] [ . . . para ser destruído] de sobre a terra e [ . . . ][52] [ . . . a te]rra. Quando

[53] [ . . . ] choraram diante [dos gigantes . . . ][54] [ . . . ] tua força [ . . . ][55] [ . . . ][56] Então Ohya [disse] a Hahya [ . . . ] Então ele respondeu: Não é para

[57] nós, mas para Azaiel, pois ele fez [ . . . os filhos dos] anjos

[58] são os gigantes, e eles não deixariam todos os seus ama[dos] serem abandonados [. . . nós][59] não fomos lançados abaixo; tu tens força [ . . . ][60] [ . . . eu sou um] gigante, e pelo poder vigoroso do meu braço e pela minha própria grande força

[61] [ . . . qualquer] mortal, e fiz guerra contra eles; mas não sou [ . . . ][62] capaz de resistir contra eles, pois meus adversários

[63] [ . . . ] habitam no [Cé]u, e moram nos lugares santos. E não

[64] [ . . . eles] são mais fortes do que eu.

[65] [ . . . ] da besta selvagem veio, e homem selvagem me chamam [a mim].

[66] [ . . . ] Então Ohya lhe disse: Fui forçado a ter um sonho [ . . . ][67] o sono dos meus olhos [desapareceu], para que eu visse uma visão. Agora sei que sobre [ . . . ][68] [ . . . ] Gilgamesh [ . . . ][69] três de suas raízes [ . . . ] [enquanto] eu estava [olhando,] veio [ . . . moveram as raízes para][70] este jardim, todas elas, e não [ . . . ][71] diz respeito à morte de nossas almas [ . . . ] e todos os seus companheiros, [e Oh]ya lhes contou o que Gilgamesh lhe disse

[72] [ . . . ] e foi dito [ . . . ] “acerca de [ . . . ] o líder amaldiçoou os poderosos”

[73] e os gigantes se alegraram com suas palavras. Então ele se virou e partiu [ . . . ][74] Então dois deles tiveram sonhos

[75] e o sono dos seus olhos fugiu deles, e se levantaram e vieram a [ . . . e contaram][76] seus sonhos, e disseram na assembleia [dos seus companheiros], os monstros

[77] [ . . . Em] meu sonho eu observava nesta mesma noite

[78] [e havia um jardim . . . ] jardineiros, e eles estavam regando

[79] [ . . . duzentas árvores, e] grandes brotos saíam de sua raiz

[80] [ . . . ] toda a água, e o fogo queimou todo

[81] [o jardim . . . ] Encontraram os gigantes para lhes contar

[82] [o sonho . . . ][83] [ . . . a Enoque,] o escriba renomado, e ele interpretará para nós

[84] o sonho. Então o seu companheiro Ohya declarou e disse aos gigantes:

[85] Eu também tive um sonho nesta noite, ó gigantes, e eis que o Governante do Céu desceu à terra

[86] [ . . . ] e tal é o fim do sonho. [Então] todos os gigantes [e monstros] ficaram com medo

[87] e chamaram Mahway. Ele veio a eles, e os gigantes lhe suplicaram e o enviaram a Enoque,

[88] [o escriba renomado]. Disseram-lhe: Vai [ . . . ] a ti para que

[89] [ . . . ] tu ouviste a sua voz. E ele lhe disse: Ele ir[á] [ . . . e][90] interpretar os sonhos [ . . . ][91] [ . . . ] por quanto tempo os gigantes ainda têm de vida. [ . . . ][92] [ . . . ele subiu pelos ares][93] como ventos fortes, e voou com as mãos como águ[ias . . . deixando para trás][94] o mundo habitado e passou sobre a Desolação, o grande deserto [ . . . ][95] e Enoque o viu e o saudou, e Mahway lhe disse [ . . . ][96] para cá e para lá uma segunda vez a Mahway [ . . . Os gigantes aguardam][97] tuas palavras, e todos os monstros da terra. Se [ . . . ] foi levado [ . . . ][98] desde os dias de [ . . . ] deles [ . . . ] e serão acrescentados [ . . . ][99] [ . . . ] gostaríamos de saber de ti o significado deles [ . . . ][100] [ . . . duzentas ár]vores que do céu [desceram . . . ][101] O escriba [Enoque . . . ][102] [ . . . ][103] uma cópia da segunda tabuinha que [Enoque] env[iou . . . ][104] na própria escrita de Enoque, o escriba renomado [ . . . Em nome de Deus, o grande][105] e santo, a Shemihaza e a todos [os seus companheiros . . . ][106] seja-vos sabido que não [ . . . ][107] e as coisas que fizestes, e que vossas mulheres [ . . . ][108] elas e seus filhos, e as mulheres de [seus filhos . . . ][109] por vossa luxúria sobre a terra, e tem vindo sobre vós [ . . . e a terra está clamando][110] e se queixando de vós e dos feitos de vossos filhos [ . . . ][111] o dano que lhe causastes. [ . . . ][112] até que Rafael chegue, eis que a destruição [está vindo, um grande dilúvio, e destruirá todos os seres vivos][113] e tudo o que estiver nos desertos e nos mares. E o significado da questão [ . . . ][114] sobre vós para o mal. Mas agora, soltai os laços que vos pr[endem ao mal . . . ][115] e orai.

[116] [ . . . grande medo] apoderou-se de mim, e caí com o rosto em terra; ouvi a sua voz [ . . . ][117] [ . . . ] ele habitou entre os seres humanos, mas não aprendeu deles [ . . . ]
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