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[1] Cipriano aos presbíteros e diáconos que permanecem em Roma, seus irmãos, saudação.

[2] Tanto o nosso amor comum quanto a própria natureza da questão exigem, amados irmãos, que eu não retenha do vosso conhecimento nada daquelas coisas que se passam entre nós, para que assim tenhamos um plano comum em favor da boa administração da igreja.

[3] Pois, depois que vos escrevi a carta que vos enviei por Saturo, o leitor, e por Optato, o subdiácono, a temeridade conjunta de certos decaídos, que se recusam a se arrepender e a oferecer satisfação a Deus, escreveu-me, não pedindo que lhes fosse dada a paz, mas reivindicando-a como já concedida.

[4] Porque dizem que Paulo deu paz a todos, como lereis na carta deles, da qual vos enviei uma cópia, assim como também vos enviei aquilo que, de modo breve, lhes respondi nesse ínterim.

[5] Mas, para que também saibais que tipo de carta depois escrevi ao clero, enviei-vos ainda uma cópia dela.

[6] E, se apesar de tudo a temeridade deles não for reprimida nem por minhas cartas nem pelas vossas, e não ceder a conselhos salutares, tomarei as providências que o Senhor, segundo o seu evangelho, ordenou que fossem tomadas.

[7] Desejo-vos, amados irmãos, que permaneçais sempre bem.

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